2008
Depois das leituras de alguns clássicos da literatura juvenil, decidi ler alguma coisa diferente. Foi com “Deus Não É Grande”, de Christopher Hitchens, que decidi quebrar esse ciclo. A direcção argumentativa, diametralmente oposta à de outro livro que tinha lido anteriormente, nomeadamente “A Física do Cristianismo” de Frank Tipler, também foi razão adicional para essa escolha.





